Câmaras do TJ-SP divergem sobre contagem de prazo em recuperação

Por Joice Bacelo | De São Paulo

A falta de uniformização para a contagem dos prazos nas recuperações judiciais tem provocado turbulências na tramitação dos processos. Especialmente quando envolvem ações de execução contra as empresas devedoras, que, pela lei, deveriam ficar suspensas por um período máximo de 180 dias.